Óleo - Uma análise crítica e imparcial - Página 2

Tópico: Óleo - Uma análise crítica e imparcial

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    Fiz este post no fórum do portal big trails e pensei que seria útil para vocês também! Boa leitura :D Pessoal, venho aqui compartilhar com vocês um assunto já bem batido nas conversas, fóruns e tudo mais. O tal do óleo lubrificante. Este deve ser um post longo mas acredito que vai ser bem informativo e com fatos comprovados pois quando se trata de óleo, muitas vezes o "achismo" e vários mitos predominam. É um prazer poder compartilhar essas informações. O conhecimento não é nada se ficar

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    1. Sócio-Colaborador Paul Barrett é um Sócio-Colaborador xt660.net

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      Giovani, já postei alguma coisa sobre óleo aqui, mas não me lembro onde... adiantando, SAE - Society of Automotive Engineers, API - American Petroleum Institute, JASO - Japanese Automotive Standards Organization.

      No caso do Yamalube, óleo mineral multiviscoso, 20W50 significa que ele se comporta como um óleo SAE 20 em baixas temperaturas (W de Winter, inverno em inglês), mudando para 50 quando aquecido. Isso responde à pergunta de uso de um óleo mais fino em temperaturas abaixo de zero. Acho que vi no manual da XT alguma referência sobre isso, em uma tabela, Óleo X Temperatura Ambiente. A classificação API especifica o tipo de serviço a que o óleo pode ser submetido, as condições de funcionamento que ele suporta. No caso, a SL, que é superior à SJ, por exemplo. JASO MA T903 a especificação japonesa para óleos específicos para uso em motocicletas.
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      JASO Oil Specifications

      2T Specifications

      Japanese motorcycle manufacturers found the limits demanded by the API TC specifications too loose. Oils meeting the API TC standard still produced excessive smoke and could not prevent exhaust blocking. Therefore the Japanese Engine Oil Standards Implementation Panel (JASO) introduced the following specifications:

      JASO FA

      Original spec established regulating lubricity, detergency, initial torque, exhaust smoke and exhaust system blocking.

      JASO FB

      Increased lubricity, detergency, exhaust smoke and exhaust system blocking requirements over FA.

      JASO FC

      Lubricity and initial torque requirements same as FB, however far higher detergency, exhaust smoke and exhaust system blocking requirements over FB.

      JASO FD

      Same as FC with far higher detergency requirement.
      Find out more about JASO's 2T specifications from http://www.jalos.or.jp/onfile/jaso_e.htm

      4T Specifications

      Modern passenger car engine oils contain more and more friction modifiers. While this is the good thing for those segments (reduces wear and fuel consumption) it's bad for the motorcycles. At least for those motorcycles which use engine oil to lubricate their transmission and wet clutch. JASO introduced the MA and MB specification to distinguish between friction modified and non friction modified engine oils. Most four-stroke motorcycles with wet clutches need a JASO MA oil.

      JASO MA

      Japanese standard for special oil which can be used in 4-stroke motorcycle engine with one oil system for engine, gearbox and wet clutch system. Fluid is non-friction modified.

      JASO MB

      MB grade oils are classified as the lowest friction oils among motorcycle four-cycle oils. Not to be used where a JASO MA grade oil is required.

      Find out more about theJASO MA and JASO MB specs. http://www.oilspecifications.org/art...MA_JASO_MB.php

      JASO MA and JASO MB classifications

      Modern motorcycles usually have the same oil lubricating the engine and the wet clutch. For this purpose most of the time the regular friction modified engine oils are not good enough. To make sure that the right oil is used motorcycle manufacturers usually require the oil to meet one of the JASO standards explained below.

      The motor oils that meet the JASO T 903:2006 standard can be classified into four grades: JASO MA, JASO MA1, JASO MA2 and JASO MB. The classification is based on the results of the JASO T 904:2006 clutch system firction test.

      In order for a motor oil to meet any of the above mentioned JASO standards it must be at least of one of the following quality levels:

      API SG, SH, SJ, SL, SM

      ILSAC GF-1, GF-2, GF-3

      ACEA A1/B1, A3/B3, A3/B4, A5/B5, C2, C3

      Furthermore, the motor oil's Dynamic Friction Characteristic Index (DFI), Static Friction Characteristic Index (SFI) and Stop Time Index (STI) should be within the following limits according to the JASO 904:2006 friction test:

      JASO MA JASO MB
      Dynamic Friction Characteristic Index (DFI) ≥1.45 and <2.5 ≥0.5 and <1.45
      Static Friction Characteristic Index (SFI) ≥1.15 and <2.5 ≥0.5 and <1.15
      Stop Time Index (STI) ≥1.55 and <2.5 ≥0.5 and <1.55

      The JASO MA range is further divided into 2 distinct ranges - the JASO MA1 and JASO MA2 ranges - as follows:

      JASO MA1 JASO MA2
      Dynamic Friction Characteristic Index (DFI) ≥1.45 and <1.8 ≥1.8 and <2.5
      Static Friction Characteristic Index (SFI) ≥1.15 and <1.7 ≥1.7 and <2.5
      Stop Time Index (STI) ≥1.55 and <1.9 ≥1.9 and <2.5

      If all three properties of a JASO MA oil fall within the limits specified as MA1 then the oil can be classified as a JASO MA1 oil. If all its properties fall within the limits of MA2 then it can be classified as a JASO MA2 oil. If some properties fall within the MA1 subcategory but others in MA2 then the product is simply a JASO MA product.


      Motor Oils Meeting JASO MA and JASO MB

      JASO MA

      Valvoline 4-Stroke Synthetic Motor Oil 10W-40 and 20W-50
      Mobil 1 Racing 4T 10W-40

      JASO MB

      Red Line 10W-40 ester based motorcycle oil
      Silkolene QUAD ATV 5W-40 Fully Synthetic 4-Stroke Engine Oil

      Want to find further JASO MA products? Check out our Oil Specification and Comparison Tool!
      http://www.oilspecifications.org/oiltool/oiltool.php
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    4. Sócio-Colaborador Paul Barrett é um Sócio-Colaborador xt660.net

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      Classificação API

      O API (American Petroleum Institute), nos Estados Unidos, juntamente com a ASTM (American Society for Testing and Materials) criaram especificações baseando-se em níveis de desempenho dos óleos lubrificantes, isto é, no tipo de serviço a que a máquina estará sujeita. Essas especificações são obtidas através de diversos testes de campo e laboratoriais, onde os motores recebem o lubrificante em teste e é avaliado em condições controladas, após estes testes o motor é aberto e verificam-se os componentes internos analisando os níveis de proteção do lubrificante, o desgaste dos componentes, limpeza, contaminação, entre outros. São classificados por duas letras, a primeira indica basicamente tipo de combustível do motor (S para motores a gasolina/álcool e C para motores a diesel) e a segunda o tipo de serviço.

      Alguns, por uma questão de lógica, dizem que S provém de Spark Ignition (faísca de ignição) e a letra C de Compression Ignition (ignição por compressão). De fato, nos motores à gasolina, a inflamação do combustível é originada pela faísca da vela, enquanto nos motores a diesel pela injeção de combustível em um ambiente de ar comprimido.

      A segunda letra que acompanha o S ou C representa uma melhoria no lubrificante à medida que a letra avança ao final do alfabeto. Assim, podemos dizer que um lubrificante API-SL é melhor que um API-SJ que por sua vez é melhor que um API-SF. Quanto mais avançada à letra do alfabeto melhor é a aditivação do lubrificante.

      Em seguida veremos uma lista de classificação de desempenho API dos óleos lubrificantes para motores Ciclo OTTO:

      SA - Óleo mineral puro sem aditivos, podendo ser antiespumante e abaixador do ponto de fluidez. Indicada para motores trabalhando em condições muito suaves.

      SB – Óleo com aditivos que proporcionam certa proteção contra desgaste e contra a oxidação. Indicada para motores operando em condições suaves que requerem um óleo com capacidade de evitar arranhaduras e corrosão dos mancais. Os óleos destinados para tais serviços são usados desde 1930.

      SC – Óleo com aditivos que proporcionam bom desempenho antidesgastante, antiferrugem, antioxidação, eanticorrosão, controlando depósitos de alta e baixa temperatura (função do detergente- dispersante). Satisfaz a especificação da Ford ESSE-M2C-101- A.Indicada para serviço típico de motores à gasolina dos motores fabricados entre 1964 e 1967.

      SD – Óleo com aditivos, proporcionando a mesma proteção que os óleos da classe SC, mas em maior grau. Satisfaz as especificações da Ford ESSE-M2C-101 B (1968) e da General Motors GM-6041-M. Indicada para serviço típico de motores à gasolina, dos modelos fabricados entre 1968 e 1970. Pode ser recomendado para certos modelos de 1971, conforme indicação dos fabricantes destes veículos.

      SE – Óleo com aditivos, proporcionando a mesma proteção que os óleos de classe SD, mas em maior grau. Satisfaz as especificações da Ford ESSE-M2C-101-C e da General Motors GM-6136-M e à especificação MIL-L-41652. Indicada para motores à gasolina montados em carros de passeio e em alguns tipos de caminhões fabricados a partir de 1972. Pode ser recomendada também para alguns veículos fabricados em 1971.

      SF – Óleo com aditivos antioxidante, antidesgastante, antiferrugem, anticorrosivo, proporcionando proteção contra a formação de ferrugem. Esta categoria apresenta maior estabilidade quanto à oxidação e menor desgaste do motor em relação às categorias anteriores. Os fabricantes europeus e americanos recomendam óleos desta categoria para uso em motores fabricados a partir de 1980. Satisfaz a especificação militar MIL-L- 46152-B.

      SG - Óleo com aditivos antioxidante, antidesgastante, antiferrugem, anticorrosivo, proporcionando maior proteção contra a formação de depósitos de alta e baixa temperatura, maior estabilidade contra a oxidação e menor desgaste do motor, em relação às categorias anteriores. Homologado pela API-ASTM em 1988, é indicado para serviço típico de motores à gasolina em carros de passeio, furgões e caminhões leves, fabricados a partir de 1989.

      SH - Categoria introduzida a partir de 01/08/93. Lubrificante recomendado para motores à gasolina, álcool e gás natural veicular, para atender os requisitos dos fabricantes de motores a partir de 1994. Apresentam performance com maior resistência a oxidação e melhor desempenho contra desgaste do que os de classificação anterior.

      SJ - Categoria introduzida a partir de 15/10/96. Lubrificante recomendado para motores à gasolina, álcool e gás natural veicular, para atender os requisitos dos fabricantes de motores a partir de 1997. Apresentam características de desempenho com maior proteção contra ferrugem. Oxidação e a formação de depósitos. Esta categoria pode substituir as anteriores.

      SL – Surgiu em 2001 e é uma evolução do SJ, podendo ser utilizados em veículos FLEX, ou seja, que utilizam álcool ou gasolina. SM – Surgiu em 2004 em diante, para todos os motores atuais – maior resistência a oxidação, melhor proteção contra formação de borra e melhor desempenho com o motor frio.

      Já para motores Ciclo Diesel, segue a classificação abaixo:

      CA - Óleo com aditivos que promovem uma proteção aos mancais, contra a corrosão, desgaste, evitando a formação de depósitos de altas temperaturas. Satisfaz a especificação militar MIL-L-2104-A. Óleo para uso em motores à gasolina e motores à gasolina e motores a diesel não turbinados (com aspiração normal no ar), operando em condições suaves ou moderadas, com combustível de baixo teor de enxofre (0,4%). Este tipo de óleo foi largamente usado nas décadas de 1940 e 1950.

      CB – Óleo com aditivos, proporcionando a mesma proteção que os óleos de Classe CA, mas em maior grau, devido à utilização de um combustível de elevado teor de enxofre. Satisfaz a especificação MIL-L-2104-A, suplemento 1. Óleo para uso em motores diesel, operando em condições suaves ou moderadas, com combustível de elevado teor de enxofre (1%).

      CC - Os óleos da classe CC proporcionam proteção contra depósitos de altas temperaturas e formação de borra de baixa temperatura. Também possuem proteção contra ferrugem, desgaste e corrosão. Satisfaz a especificação MIL-L-2104-B. Óleo para uso em motores à gasolina sob serviço severo e motores a diesel turbinados com baixa taxa de superalimentação, operando sob condições de moderadas a severas, com qualquer tipo de combustível.

      CD – Óleo com aditivos, proporcionando a mesma proteção que os óleos classe CC, mais em maior grau. Indicado para motores a diesel turbinados com alta taxa de superalimentação, operando em condições severas e com qualquer tipo de combustível. Satisfaz a especificação MIL-L-2104-C e a especificação da Caterpillar, Série 3. CD-2 – Motores diesel 2 tempos, trabalhando em serviço severo. Atende os requisitos dos motores Detroit, como por exemplo, os da série 149 dos caminhões fora de estrada Haulpak.

      CE – Óleo com aditivos, superando a categoria CD em ensaios mais severos de desempenho. Satisfaz as exigências dos fabricantes americanos quanto ao consumo de óleo lubrificante, combustível, controle de depósitos, dispersância, desgaste e corrosão. Homologada em abril de 1987. Indicado para motores a diesel turboalimentados em serviço severo.

      CF – Categoria introduzida a partir de 1994, podendo ser usada em substituição a API CE. Para serviços em motores a diesel de injeção indireta e outros, incluindo os que usam diesel com alto teor de enxofre (acima de 0.5%). Apresenta efetivo controle dos depósitos nos pistões, corrosão em mancais e desgaste, sendo os motores superalimentados, turbinados ou de aspiração natural. Atende aos testes de motor: CRCL-38 e Caterpillar IMPC.

      CF-2 - Para serviço em motores diesel de 2 tempos que requerem efetivo controle de desgaste e depósitos. Esta categoria demonstra superior performance em relação aos óleos da classificação CD-2, podendo substituí-la. Atende aos testes de motor: CRL L-38, Caterpillar IM- PC e Detroit Diesel 6 V92TA.

      CF-4 - Esta classificação foi criada em 1990 para uso em motores diesel quatro tempos operando em altas velocidades. O CF-4 excede os requisitos do API CE no que tange a um maior controle de consumo de lubrificante e depósitos nos pistões: atende os requisitos da CRC L-38, MACK-T6, MACK-T7, CUMMINS NTC 400 e Caterpillar 1K.

      CG-4 - Categoria introduzida em 1994, desenvolvida especialmente para uso em motores projetados para atender aos níveis de emissão do EPA ( Agência de Proteção Ambiental) podendo ser usada nos motores diesel de alta rotação em uso rodoviário, usando óleo diesel com teor com teor de enxofre inferior a 0,5%. Os óleos desta categoria destacam-se pela proteção aos motores contra depósitos em pistões operando em altas temperaturas, espuma, corrosão, desgaste, estabilidade a oxidação e acúmulo de fuligem. Atende aos testes de motor: CRC L-38, seqüência IIIE, GM 6.2L, MACK T-8 e Caterpillar 1K. Acompanhada da sigla “CF-4” podem ser utilizadas em todos os veículos com percentual de enxofre no Diesel não superior a 0,5%.

      CH-4 - Categoria disponível a partir de dezembro de 1998. A classificação API CH-4 foi desenvolvida para entender a rigorosos níveis de emissão de poluentes, em motores de alta rotação e esforço, que utilizam óleo diesel com até 0,5% de enxofre. Os óleos desta categoria proporcionam especial proteção contra desgaste nos cilindros e anéis de vedação, além de possuírem o adequado controle de volatilidade, oxidação, corrosão, espuma. A classificação CH-4 substitui as classificações anteriores para motores de quatro tempos a diesel.


      Com relação aos lubrificantes para transmissão, considerando a capacidade de carga como a principal característica dos lubrificantes para engrenagens, a API criou uma especificação GL (Gear Lubricants - Lubrificantes de Engrenagens) de acordo com os serviços a serem prestados:

      GL-1 - Serviço típico de engrenagens crônicas helicoidais e sem-fim, operando sob condições de baixa pressão e velocidade, tais que um óleo mineral puro pode ser usado satisfatoriamente. Os óleos podem possuir aditivos antiespumante, antioxidante, antiferrugem e abixadores do ponto de fluidez. Não são satisfatórios para a maioria das caixas de mudança de 3 ou 4 marchas dos automóveis, podendo satisfazer algumas transmissões de caminhões e tratores. Atualmente o GL-1 não é mais utilizado.

      GL-2 - Designa o serviço de engrenagens sem-fim, onde, devido às condições de velocidade, carga temperatura, os lubrificantes da especificação anterior não satisfazem. Contém, normalmente, aditivos antidesgastante ou um Extrema Pressão suave. Atualmente o GL-2 não é mais utilizado.

      GL-3 - Serviço de engrenagens cônicas helicoidais sob condições de moderada severidade de velocidade e carga. Suportam condições mais severas que o GL-2 e contém aditivos antidesgastante ou um Extrema Pressão suave. GL-4 -Serviço de engrenagens e particularmente das engrenagens hipoidais operando com alta velocidade e alto torque. Não se aplica, geralmente, aos diferenciais antiderrapantes. Contém aditivos de Extrema Pressão.

      GL-5 - Idem à GL-4, resistindo ainda a carga de choque.

      GL-6 - Idem à GL-5, sendo especialmente recomendada para engrenagens hipoidais com grande distância entre os eixos e condições de alta performance. Atualmente o GL-5 não é mais utilizado.
      Cuidado com o stress...
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    5. Curtida(s) Luiz Augusto Effting (usuários que curtiram)

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      boa tarde!

      este tópico é muito bom, pessoas pacientes e com conhecimento ajudando os demais, parabéns!


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      Quem leu sabe que vai ter outra análise com o óleo genuíno da Honda. Pois bem..devo receber o resultado dentro de alguns dias.
      Penso que não vai ter muita diferença nas partículas de desgaste. Se assim for, R$ 17 faz o mesmo serviço que um de R$ 22
      Veremos.


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      Aqui está a análise com o óleo Genuíno Honda. Rodei exatamente a mesma km.
      Conforme eu já previa, em termos de proteção neste motor da transalp e considerando meu estilo de pilotagem, não há mudanças significativas. A coluna da esquerda é a análise atual e a da direita é a antiga.
      Eu não sou nenhum miserável mas pagar mais caro por um produto muito similar não faz sentido.
      Teve apenas um detalhe que é a viscosidade - dessa vez ficou mais baixa ainda mas até certo ponto não chega a ser um problema (eu já imaginava isso, agora tenho certeza). Isso não significa que o óleo Honda é "pior". Ele só começou como um SAE 30 e passou a ser um 20.

      Bom vou parar com as análises por enquanto, já constatei o que eu queria. Agora só vou voltar a fazer quando eu resolver colocar óleo mineral 15w40 pra ver se dá alguma diferença.


    9. Curtida(s) Tomás Stringhini (usuários que curtiram)

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      Luciano, sua contribuição é de suma importância. Fico grato e vou guardar todo este material como fonte de consulta. Abraço!


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      Alguém já usou Mobil SuperMoto 4t SAE 20w50? Aparentemente mesmas especificações que o Yamalube . . .
      "Somente um motociclista sabe porque um cachorro põe a cara para fora da janela quando anda de carro."


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      Esse assunto sempre dá briga de foice no escuro! Legal ver uma análise feita por laboratório!
      Nunca comprei óleo por marca ou indicação de concessionária, mas sim, por especificação técnica. Não querendo puxar a sardinha para o lado azul da força mas o único manual que conheço que lhe dá a especificação mínima de lubrificante, não lhe amarrando a contratos comerciais entre fabricantes e fornecedores e ainda indicando a melhor indicação de especificação de viscosidade, é o da YAMAHA.
      Tem um texto que, apesar de ser antigo, continua sendo atual, sem tabus, achismos ou mitos.
      Segue os links:
      De olho no óleo, seu zoiudo! – Parte I
      motite.blogs.sapo.pt/50361.html?thread=459449
      De olho no óleo, seu zoiudo! – Parte II
      motite.blogs.sapo.pt/50656.html
      De olho no óleo, seu zoiudo! – Final
      motite.blogs.sapo.pt/54710.html
      Última edição por Carlos RoMa; 08/12/2014 às 06:11 AM.


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      Jean, estou usando MOBIL atualmente, umas 5 trocas já! Tudo normal até o momento. Inclusive estou com proposta da próxima troca ter o óleo coletado para análise dentro da MOBIL. Com certeza reportarei aqui os resultados apresentados.

      Carlos, muito bom o artigo, Valeu!

      Enquanto nos escapa, o objeto do nosso desejo sempre nos parece preferível a qualquer outra coisa; vindo a desfrutá-lo, um outro desejo nasce em nós, e a nossa sede é sempre a mesma. (Lucrécio).


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      Por Artur Orsi no fórum Lubrificação
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    3. Óleo de freio?
      Por actionmen no fórum Lubrificação
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      Último Post: 20/04/2012, 09:24 PM
    4. Radiador de óleo
      Por Fcunha no fórum Equipamentos
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      Último Post: 13/12/2011, 09:02 AM
    5. O óleo sintético é melhor que o óleo mineral?
      Por Anwar no fórum Curso Online de Pilotagem
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      Último Post: 22/11/2009, 11:04 PM